SHUAIJIAO TRADICIONAL VERSUS SHUAIJIAO ESPORTIVO: UM FACTÓIDE CRIADO NO BRASIL

Marcelo Moreira Antunes

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Capa do livro Bainien Jingjiao. Autobiografia do Mestre Li publicada em 2015.

Para começar a discutir o Shuaijiao no Brasil é necessário recuperar a memória de sua introdução e seu desenvolvimento por aqui. Iniciando-se durante a primeira metade da década de 1990, pelas mãos dos professores Roberto Batista e Li Wingkay, ambos pela linhagem do Mestre Chang Dongsheng, de Taiwan, via Estados Unidos da América (EUA). O Professor Roberto, também conhecido como Betão, aprendeu Baoding Shuaijiao com o mestre John Wang no Texas e o Professor Li Wingkay aprendeu Baoding Shuaijiao com o mestre Daniel Weng, também nos EUA. Ambos os mestres aprenderam com o Mestre Chang Dong Sheng em Taiwan, a partir do modelo de ensino e conteúdos que foram organizados para atender as demandas da academia de policia daquele país, após a queda da primeira república da China em 1949. Mestre Chang Dong Sheng era partidário do Kuomintang, e com a queda do regime de Chian Kai Shek, teve que fugir para Taiwan junto com alguns compatriotas. Continuar lendo

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INQUIETAÇÕES DE UM ARTISTA MARCIAL: O CONCEITO DE LUTA DO MESTRE NEREU GRABALLOS (IN MEMORIAM)

Samuel Mendonça

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            Mestre Nereu Graballos[1] desenvolveu aguçada e eficiente compreensão sobre o conceito de luta. Mais do que um conceito, ele praticou a luta em sua vida, nas diversas dimensões que cada um possa imaginar, inclusive aquela que inclui um outro humano, o adversário, mas, para mim, seu maior adversário foi ele mesmo. Interlocutor para assuntos da vida, tive a honra de participar, na Central Kungfu/Wushu na cidade de Campinas, SP, do Prof. Enrique Ortega, de um curso de formação de instrutores de artes marciais. Convidado por ele para tratar de filosofia, aproveitei a oportunidade e anotei suas intervenções por ocasião do debate e apresento, de forma sintética, pressupostos do que nomeio “Inquietações de um artista marcial: o conceito de luta do Mestre Nereu Graballos (in memoriam)”. O que escrevo é de minha responsabilidade e, por certo, trata-se de uma interpretação e não de uma acepção de verdade sobre luta em torno de um dos maiores nomes do Brasil sobre o gongfu/wushu. Continuar lendo

O SHUAIJIAO E O AMBIENTE UNIVERSITÁRIO: LÓCUS PROPÍCIO PARA SEU DESENVOLVIMENTO

O ambiente acadêmico, aos poucos, vai acolhendo os estudos sobre as artes marciais, lutas e esportes de combate. Isso se deve ao grande crescimento desse fenômeno atual, as Lutas. Seja em número de praticantes, de estudos sobre o tema, ou ainda, o número de modalidades ofertadas, esse fenômeno se constitui como um dos mais crescentes na atualidade. Assim, os meios acadêmicos começam a olhar para ele com grande interesse. Por esse motivo, diversos eventos científicos são criados, além de novos grupos de pesquisa e publicações sobre o tema. Continuar lendo

AS RAÍZES DO SHUAIJIAO: UMA EXPERIÊNCIA NA MONGÓLIA INTERIOR

Conversando com um grande amigo, e colega de trabalho na universidade, sobre a viagem que fiz à China em 2016, um dos assuntos foi uma parte particular dessa viagem, a experiência na Mongólia Interior. Contei para ele o que foi essa experiência do ponto de vista da arte marcial, e especificamente do Shuaijiao, e ele falou uma frase que me marcou muito nesse diálogo: “Você fez uma viagem antropológica, como se no Brasil, alguém que estuda a capoeira, fosse aos recantos escondidos da Bahia para conhecer melhor a prática da Capoeira. Você foi às raízes do Shuaijiao. Treinou e viveu o Shuaijiao de Raiz”.

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A DIMENSÃO MARCIAL DO SHUAIJIAO: O ENSINO NA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL

Desde sua gênese, o Shuaijiao manteve em sua prática a vertente marcial, ligada à guerra e ao treinamento militar.  Destaco neste texto a existência dessa “vertente marcial”, considerando inerente a presença de outras, como a do esporte, a do lazer e a da educação. Essas vertentes, que posso chamar também de dimensões, estão presentes na maioria das lutas, artes marciais e esportes de combate. Entretanto, esse texto, especificamente, coloca o foco na dimensão marcial do Shuaijiao. Aquela que foi desenvolvida como primeira entre as demais, que se desenvolveu ao longo de sua história e que ainda se manifesta dependendo do contexto onde é praticada. Continuar lendo

VIAGEM A BEIJING DE 2016: A CONTINUIDADE DA APRENDIZAGEM E DO TRABALHO COM O SHUAIJIAO

Marcelo Moreira Antunes

Desde o ano de 2008 iniciei minhas viagens à China, especificamente para a cidade de Beijing, para aprofundar meus estudos sobre o Shuaijiao, que se iniciaram em 1993. Sobre esse início na década de 1990 já teci alguns comentários em outros posts e também os descrevi mais detalhadamente no livro Introdução ao Shuaijiao: teoria e prática que publiquei em 2014. Assim, vou me concentrar nessa última viagem, pois ela sela alguns processos de aprendizagem e relacionamentos internacionais que se iniciaram em 2008. Entretanto, farei apenas um sumário, porque me aprofundarei nos temas importantes em futuras postagens específicas Aguardem!.

Essa viagem, última de um total de quatro, teve a duração de 25 dias entre saída e retorno do Brasil. Foram exatos 21 dias de muito aprendizado na China na companhia do meu amigo Júlio Mafra. Posso até afirmar que essa foi a melhor de todas que já realizei para meus estudos, pois, foi cheia de surpresas e novidades. Novas pessoas e lugares, novas técnicas e teorias. Novas histórias e experiências para contar. Novas amizades que se consolidaram nesses dias intensos da “Trip Shuaijiao 2016”.

Já na chegada a Beijing, tivemos uma excelente recepção do nosso amigo Gu Shen e sua simpática namorada. Jantamos em um ótimo restaurante perto da Avenida do Imperador (Qianmen Dajie).

No dia seguinte partimos para a Mongólia Interior para participarmos do Campeonato Nacional Universitário de Shuaijiao. A princípio não sabíamos que era um campeonato nacional. Pensávamos inicialmente que era um campeonato regional e não um campeonato com essa envergadura. Ficamos na cidade de Xilin Gele durante 5 dias.

Essa cidade está distante de Beijing sete horas e meia de carro em estrada muito bem pavimentada que cruza parte das estepes mongóis. Participamos dos bastidores da organização do campeonato, do curso de arbitragem que preparou os árbitros para atuarem no evento, conhecemos diversos dirigentes do Shuaijiao chinês, além de vários mestres de renome nacional e internacional. Em um post específico vou detalhar essa parte da viagem, pois ela foi muito rica e diversificada.

Voltamos para Beijing e continuamos o treinamento iniciado em Xilin Gele. Foram seções diárias de treinamento com o Mestre Ma Jianguo. Ele nos deu apenas os domingos de folga para passeios de turismo. Também tivemos aula com o Mestre Li Baoru, que inclusive nos presenteou com o seu mais recente livro, autografado, lançado em dezembro de 2014. Além do livro do mestre Li, também ganhamos o livro do mestre Tung, lançado em 2012, um dos grandes expoentes do Shuaijiao na China, que nos foi presenteado pelo mestre Ma.

Em nossos passeios por Beijing, não poderia faltar as visitas às livrarias. Nessas buscas por mais obras sobre o Shuaijiao encontramos mais dois livros novos que não conhecia. Um sobre o Shuaijiao das minorias étnicas, incluindo a mongol, publicado em 2015, e outro mais geral publicado em 2014 pela Universidade de Xian. O que pudemos perceber é que os estudos de Shuaijiao se encontram em grande intensidade, o que é uma ótima notícia para a modalidade.

Retornamos ao Brasil com a certeza de que mais um passo foi dado na direção da qualificação da prática do Shuaijiao, do estabelecimento de elos ainda mais forte com os mestres, professores e dirigentes da modalidade na China e com a concretização de amizades duradouras com os praticantes e apreciadores da modalidade. Também voltamos com a responsabilidade da continuidade do trabalho profissional que temos desenvolvido até o momento e da abertura à aqueles que desejem se aprofundar nessa prática, acreditando que ela ainda está na sua infância aqui no Brasil. Há muito a ser feito ainda para o fomento da modalidade no Brasil e para o seu desenvolvimento técnico, mas estamos engajados nessa jornada, principalmente que podemos contar com o apoio institucional da China e dos mestres Ma Jianguo e Li Baouru.

DOCUMENTÁRIO SOBRE O SHUAIJIAO EM BEIJING: A SAGA DE UMA FAMÍLIA

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Em 2013 foi lançado um documentário feito pela Beijing Film Academy, escrito e dirigido por Cen Lan (岑岚) que tem como tema o Shuaijiao de Beijing. Trata-se da trajetória da família do Mestre Li Zhenxian (李振仙), uma linhagem direta do Shanpuying (善扑营) da dinastia Qin. São mais de 300 anos de história no shuaijiao. Vale a pena assistir e ampliar o conhecimento sobre o Shuaijiao de Beijing. A vantagem é que tem legendas em inglês para aqueles que não compreendem a língua chinesa. Clique AQUI e boa diversão.

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE SHUAIJIAO NO BRASIL: A PRESSA COMO PRERROGATIVA

Quando fui convidado pelo Mestre Nereu Graballos em 2004 a conduzir a organização do Shuaijiao no Brasil através da Confederação Brasileira de Kungfu Wushu (CBKW), criando um departamento técnico e divulgando a modalidade, me vi frente a um grande desafio, formar professores que pudessem conduzir o trabalho de forma profissional em suas regiões. Esse tipo de profissional que se pretende formar é um grande desafio, pois a sua formação precisa de tempo para o amadurecimento dos sujeitos envolvidos e um bom currículo, que permita a adequada formação. Tempo e currículo, essa é a questão central dessa formação.

Obviamente que questões éticas são inerentes ao processo de formação profissional, tema que abordarei mais tarde, porém, tempo e currículo são o eixo central do trabalho que me envolvi e destaco com inicial importante. Assim, outra questão que se colocava no cenário da formação de professores de Shuaijiao no Brasil foi o tempo que os interessados estavam dispostos a investir em sua própria formação. A pressa foi um dos elementos que se apresentou como significativo. Os interessados na formação queriam um curso de formação que fosse rápido.

Pensando em qualquer formação profissional teremos em média de três a quatro anos. No campo das artes marciais o tempo médio é de cinco a seis anos, variando um pouco para mais em algumas modalidades. Aprofundando esse tema do tempo de formação de professores de artes marciais e os conteúdos necessários publiquei em 2009 um artigo específico sobre essa questão, clique aqui para ler o artigo na integra. No caso do Wushu (kungfu), dependendo da escola ou do estilo, varia de cinco a dez anos. Mas, a partir das minhas percepções da maioria dos relatos dos interessados na modalidade, o que as estavam dispostos a investir no Shuaijiao era muito menos que isso. Quando pensei no tempo e no currículo para dar conta dessa formação, considerei importente essa perspectiva, equilibrando a necessidade de formação de professores para a difusão da modalidade e do tempo mínimo necessário para que isso fosse feito de forma adequada.

Assim, o curso proposto em 2005 foi composto por 6 módulos e um total de 19 exercícios de aquecimento, 14 técnicas de Qinna, 28 formas e 48 técnicas de projeções. Cada módulo durava dois dias, com 12 horas de aula, o que somavam 72 horas/aula. Para finalizar o curso era realizado um exame final, teórico/prático, que determinava os que alcançaram um nível mínimo para se graduar professor 9° Deng. Com esse modelo, foram realizados dois cursos, um em São Paulo e outro em Minas Gerais. Em São Paulo foram 9 professores formados em 2006 e no estado de Minas Gerais foram 8 professores em 2007. Desses professores formados apenas alguns ainda atuam ensinando o Shuaijiao, o que considero um desperdício de energia.

Como todo processo de ensino e de formação deve ser revisto, avaliado e reorganizado, em 2007 o curso ganhou novo formato, principalmente com as experiências obtidas nos treinamentos realizados em Beijing, China. Conteúdos, métodos de ensino e organização das graduações ganharam novos contornos. Assim, o curso ganhou uma organização em 9 módulos, aumentando a carga horária e a quantidade das técnicas a serem aprendidas. A federação do Ceará apostou nesse modelo e iniciou em 2009 um curso de formação de seus filiados. Em 2011, no primeiro semestre, 15 professores foram formados a partir desse novo modelo no Ceará.

Alguns cursos tiveram início em diferentes estados, como Paraná, Rio Grande do Sul, Piauí e Acre. Entretanto, os cursos do Paraná e do Rio Grande do Sul não tiveram continuidade. Os do Acre e do Piauí ainda estão em andamento, pois a logística para a sua realização é de grande complexidade devido às distâncias entre as capitais desses estados e o Rio de Janeiro.

Em 2011, durante a assembleia ordinária da CBKW, deixei o departamento técnico de Shuaijiao da entidade, apresentando as razões para essa atitude. Desde 2009 o Mestre Nereu Graballos já não estava a frente da CBKW e os rumos dos trabalhos da Confederação se desenvolveram em outras direções (os motivos do afastamento do Mestre Nereu é uma outra história que contarei em outra ocasião) . Essa nova ordem na CBKW promoveu diversas mudanças, principalmente política. A CBKW passou a ser uma entidade com cunho político, nos moldes que estamos acostumados a ver no cenário político brasileiro.

Desse modo, essa nova forma de administrar o esporte atingiu também o Departamento de Shuaijiao. Então, as diretrizes de desenvolvimento e organização que deram origem ao departamento, sofria pressão para modificação no sentido de flexibilizar os critérios de formação de professores, de participação em eventos oficiais e de reconhecimento de professores que pretensamente se diziam ‘Professores’, excluindo-se aí a necessidade de comprovação de sua formação. Essa ‘flexibilização’ comprometia sobremaneira a qualidade da formação proposta pelo departamento e a organização da modalidade no Brasil.

A pressão para a flexibilização era grande, feita insistentemente pelo presidente da CBKW e seu diretor técnico geral. Sempre que havia uma reunião, um treino da seleção ou durante um campeonato, eles me chamavam para uma conversa sobre a necessidade de ‘Flexibilização’. Percebendo que isso não teria fim, e que a ética da CBKW tinha mudado drasticamente, resolvi sair. Não podia me acumpliciar com tamanhos desmandos e irresponsabilidades com a qualidade do trabalho feito até então. Mesmo que minhas declarações na Assembleia Ordinária de 2011, realizada em Brasília, a época do campeonato brasileiro, não estejam relatadas em ATA (propositalmente), externei para todos os presentes naquele momento a minha insatisfação com as pretensões da nova presidência (interina na época), e que não podia permanecer no cargo por uma questão de princípios. Qualidade, organização e profissionalismo eram o que me movia, e não a permissividade proposta. Muito se falou sobre a minha saída, até mesmo que eu abandonei o Shuaijiao. É lógico que especulações e boatos surgem quando os reais fatos não são contatos, por não serem coadunados com as ideias da nova diretoria. E foi isso que aconteceu, mas não abandonei nada, continuo o trabalho que acredito até hoje, continuo formando professores, treinando atletas e mantendo vínculos de trabalho com diferentes grupos e federações, além de ter estreitado as relações com um importante grupo de Shuaijiao na China, liderado pelo Mestre Li Baoru e Ma Jianguo. Assim, estou me dedicando intensamente a ensinar, divulgar e difundir a escola de Shuaijiao de Beijing.

Mas, voltando ao foco do texto, depois de minha saída da CBKW, um novo diretor assumiu o posto, muito mais alinhado com o pensamento da nova administração do wushu no Brasil. Assim, algumas ações foram feitas de imediato, como exemplo a ‘flexibilização’ para a participação em eventos oficiais, mesmo que os técnicos dos atletas não tivessem nenhum documento ou reconhecimento como professores de shuaijiao. Outra ação foi a realização do Workshop de Adequação e Reconhecimento de Professores de Shuaijiao, com 15 horas de duração. Esse workshop visa graduar novos instrutores e professores em apenas um fim de semana, em uma clara ‘flexibilização’ do trabalho da entidade organizadora do wushu no Brasil.

Esse workshop foi realizado em São Paulo, Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro em 2015, graduando instrutores e professores de diferentes locais, como de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Rio Grande do Sul. Muitos deles nuca haviam praticado shuaijiao com um professor reconhecido, e mesmo alguns nunca tiveram contato com a modalidade propriamente dita. Outros ainda foram aqueles que começaram o curso original da CBKW e não terminaram.

O que chama atenção, visto o nível de experiência dos participantes, é a carga horária de formação e o conteúdo apresentado como requisito para essa formação. Digo formação por saber que muitos dos participantes não tinham nenhuma experiência prática com a modalidade. Mas para dar conta dessa questão, o nome ‘Formação’ foi substituído pelo nome ‘Workshop de adequação e reconhecimento’. Adequação no sentido de diminuir os conteúdos necessários para a formação adequada de professores (vejam o currículo atual da CBKW e compare com o número de técnicas apresentadas na primeira versão da mesma entidade sob administração do Mestre Nereu), e reconhecimento daqueles que se diziam professores sem nenhuma comprovação disso. Peço desculpas aos que realmente possuem uma formação séria em outras escolas originais como a do Mestre Li Wingkay, este, sabidamente, formou diversos professores no Brasil desde a década de 1990. Assim como o professor Roberto Baptista o fez também.

Esse processo de “adequação e reconhecimento” tem a pretensão de continuar em outros estados, dando continuidade ao processo irresponsável de formação de novos professores de uma modalidade jovem no Brasil, extremamente prática e complexa, que requer responsabilidade para que cresça de forma adequada e responsável. Esses eventos de “formação” já estão programados para o ano de 2016.

Esse modelo de fast food de graduação está sendo copiado por outras entidades no Brasil, o que demonstra uma concorrência pensando em mercado, sem levar em conta a questão mais importante no processo de formação de instrutores e professores que irão atuar no ensino do shuaijiao no Brasil, A QUALIDADE. Com os conteúdos propostos e os tempos que se investe para essas formações, QUALIDADE é o que menos se prioriza.

Se você deseja praticar essa modalidade ou se formar professor nela, busque professores com grande experiência e que passaram por processos de formação sério e profissional. Boa reflexão sobre esse cenário assustador, e boa busca caso queira seriedade e profissionalismo.

LANÇAMENTO DO LIVRO ARTES MARCIAIS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Como é de nosso hábito, divulgamos, produzimos e publicamos pesquisas sobre artes marciais. Sendo assim, divulgamos mais um lançamento de livro produzido pelo Professor Marcelo Antunes. Dessa forma, aumentando a produção científica sobre o kungfu produzida no Brasil.

O lançamento do livro intitulado ARTES MARCIAIS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: DILEMAS E POSSIBILIDADES DO WUSHU, será no dia 21 de janeiro de 2016, as 18:00 no Bistrô Multifoco. convidamos a todos para esse evento de grande importância para o wuhsu brasileiro. Nos vemos lá!

artes marciais para deficientes